11 de junho de 2010

Dia 12 - Amsterdam, continuando..

Na verdade, começamos o dia tentando visitar a Casa de Anne Frank, mas a fila tinha umas mais de 100 pessoas!! Teríamos de esperar pelo menos 1h, então deixamos essa visita para mais tarde.
Logo adiante, o Museu das Tulipas. Era bem pequeno mesmo, rsrs, mas interessante. Teve uma época em que era muito chique ter uma tulipa “exótica”. Durante essa “Febre das Tulipas”, rolou uma baita especulação e era possível para os vendedores, sem muito esforço, obter lucros extraordinários (maiores do que um ano de salário!!!!) simplesmente comprando e vendendo alguns bulbos de uma única planta.

Sim! Passeio de barco!!! É um dos programas imperdíveis em Amsterdam. E é mesmo legal sentir o ventinho, ver as casinhas, as pessoas em volta do canal no seu dia-a-dia e ainda as atrações da cidade, tudo num pacote só. Mas vale a recomendação: se você quer um passeio de barco inesquecível, invista um dinheirinho a mais para um barco com poucas pessoas.. =)

Uau! Falando em inesquecível, Madame Tussôt com certeza é. Os bonecos de cera parecem tão verdadeiros que a todo momento você tem impressão de que está sendo observado ou quase vai falar com um deles.. rsrsr. Todo mundo quer bater foto de todos eles e quando representam astros da música ou do cinema, nem se fala.. Olha que o de Amsterdam nem é o maior (mas sim o de Londres).. Huahuahauhau! Esse lance da sala de terror foi muito engraçado. De repente quando tudo ficou escuro, Rebeca agarra no meu braço e não solta mais. Por essa eu não esperava mesmo! rsrsrsr..

A Casa de Anne Frank. Ela e sua família (pais e irmã), juntamente com mais quatro pessoas viveram pouco mais de 2 anos, durante a Segunda Guerra Mundial, escondidos num anexo de quartos por cima do escritório do pai dela. Anne escreveu em seu diário o que sentia, pensava e o que fazia. Ela retratou o medo e a angústia de a cada momento poderem ser descobertos pelos nazis e levarem um tiro.. Após uma denúncia (nunca se descobriu o autor desta), foram levados a um campo de concentração e depois separados (Anne ficou somente com a irmã e morreu de tifo poucos dias depois desta). Sua morte aconteceu duas semanas antes de o campo ser libertado. Realmente comovente..

Bem, para completar Amsterdam, fomos andar nas ruas do Red Light District. E foi até bem tranqüilo, porque apesar de estarem lotadas de pessoas curiosas ou interessadas (eram pessoas de todos os tipos, casais turistas, grupo de velhinhas, homens solitários..) as pessoas não estavam nem um pouco interessadas em nós duas. Os olhos ficavam atentos nas vitrines, uma ao lado da outra. Notamos também que várias das “moças” ficavam falando no celular enquanto paradas na vitrine: não dava pra saber se era verdade ou só “charminho”..

Janta (nesse dia nosso almoço foi um pequeno e rápido lanchinho..). Achamos uma pizzaria de preço razoável e de boa aparência. Rebeca não acreditou quando, na hora de fazer o pedido ao garçom, eu investiguei qual seria o sabor da pizza da menina da mesa ao lado.. hahaha. Tudo bem que apontar pra pizza do vizinho e chamar a atenção de todo mundo é totalmente incomum por ali. =)

Divirtam-se com novas fotos!!

Ao lado do toldo vermelho, pode-se ver a casa de Anne Frank (na verdade, o escritório do pai dela e esconderijo da família). Não dá para perceber na foto, mas a fila fazia a curva em torno do prédio..

O Museu da Tulipa não poderia deixar de ter um belo exemplar logo na porta de entrada para atrair os visitantes! =) Estava um super sol.

Foto tirada dentro do museu de quadros com alguns dos muuuuuitos tipos de tulipas.

Típica rua. Uma graça a trepadeira florida.

Mais uma flor exótica perdida (ou achada!) numa ruela..

Uma leitura ao sol fica mais agradável! Mas faltou o EPI já que ela está na janela no primeiro andar.. tsc tsc

Tava rolando um ensaio fotográfico pro casório desses dois aqui. O vestido dela era muito simples e super bonito (pena não termos uma foto mais indscreta dele..).

Logo adiante encontramos este senhor restaurando a fachada dessas três casinhas, que são as mais notáveis da rua e datam de 1642.

Composição: sol nas casas, canal lotado de barquinhos cuidadosamente "aportados" e uma igreja ao fundo.

Rebequinha esperando o tram. Reparem na blusinha nova de Amsterdam! =P

E eis que chega o tram para nos levar até a saída do barco. Ai que alívio para as pernas..

Já no barco aguardando a saída.

Antiga fortificação e observatório da cidade.

Esse é um exemplar de uma casa-barco, algo super comum por aqui, uma mais "cute" que a outra.

Mas que almoço sem vergonha.. =P

Agora, mais uma sequência de fotos do Madame Tussôt!!! =D






Cuidado! Quem vê até pensa, mas não se enganem com as aparências! =)





Estátua de Anne Frank em frente a igreja ao lado do esconderijo dela.

Estou apontando para o bizarro cenário que se apresenta atrás de mim (e está pouco iluminado). À esquerda da minha mão estão algumas vitrines (note as luzes vermelhas) e, do outro lado da rua, à direita está a Ouderkerk (a igreja mais antiga de Amsterdam). Simplesmente bizarro.

Muuuuitos turistas (de todos os tipos) curiosos no famoso Red Light District.

Nessa região encontramos as ruas mais lotadas da cidade.

As aventuras de Amsterdam ainda não terminaram.. Até mais!! =D

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